REUNIÃO DE 29 DE JANEIRO – NEGOCIAÇÕES DO ACORDO COLECTIVO DE TRABALHO DA MEO PARA 2026

As negociações para a revisão salarial iniciaram-se no dia 15 de janeiro, data em que se realizou a 1.ª reunião com a empresa.

Nessa altura, a proposta apresentada pela administração foi de apenas 1,8% de aumento para todos os trabalhadores e a atualização do subsídio de refeição para 10,20€, com efeitos a 1 de julho.

Ao longo da semana passada, decorreram mais quatro reuniões entre a empresa e este conjunto de sindicatos. Foram várias as propostas trocadas, sempre com o objetivo de encontrar uma solução justa e equilibrada. Entretanto a empresa apresentou a sua proposta final, traduzida em 2,5% de aumento para todos os trabalhadores e subsídio de refeição de 10,46€, mantendo os efeitos apenas a 1 de julho de 2026.

Proposta da empresa

  • Aumento de vencimentos: 2,5% para a totalidade dos trabalhadores (com efeitos a 1 de julho de 2026).
  • Subsídio de refeição: 10,46€ (com efeitos a 1 de julho de 2026).
  • Salário mínimo garantido a 1 de julho (não na tabela salarial): 970€ para quem estiver ao serviço (na Madeira já se aplica o mínimo de 980 euros e nos Açores 966 euros, desde 1 de janeiro).
  • Pequeno-almoço: 3,40€.
  • Nº de movimentos de progressão: 100 (data de efeitos 1 de outubro).

A empresa justificou a entrada em vigor dos aumentos apenas em julho alegando limitações orçamentais e “timing financeiro”, afirmando preferir “sacrificar seis meses de aumentos num ano para garantir um aumento maior no futuro”.

Contudo, depois de um 2025 sem qualquer aumento salarial, esta proposta continua a não responder às necessidades reais dos trabalhadores, nem a repor qualquer perda de poder de compra perdido.

Proposta dos Sindicatos

Os sindicatos, mantendo sempre uma postura de abertura ao diálogo e de defesa firme dos trabalhadores, apresentaram uma proposta final com retroativos a 1 de janeiro de 2026, que garante uma valorização efetiva dos salários e das condições de trabalho:

  • Aumento de vencimentos: 3,5%, com um mínimo de 56€.
  • Valor mínimo da tabela salarial: 1000€.
  • Pequeno-almoço: 3,50€.
  • Subsídio de refeição: 10,46€.
  • Nº de movimentos de progressão: 400, sendo 50% destes movimentos para quem está há 10 ou mais anos sem evolução profissional.
  • Chamada acidental: 20,00€.
  • Grande altura: 17,50€.
  • Atualização do prémio de reforma/aposentação: 3,5%.

Para estes Sindicatos a empresa tem espaço para continuar a evoluir, pelo que reafirmamos a total disponibilidade para continuar as negociações, defendendo aumentos salariais dignos e justos, que reconheçam o esforço e o compromisso diário de todos os trabalhadores.

AGUARDA-SE   RESPOSTA   DA   EMPRESA   E   A   FORMALIZAÇÃO   DO PROJECTO DE PROTOCOLO PARA NO CASO DE HAVER ACORDO.

Esta luta é por todos e para todos — a valorização de quem trabalha não pode continuar a ser adiada!

SINTTAV – SNTCT – STT – SINDETELCO – SICOMP – TENSIQ – FE – SINQUADROS

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NEGOCIAÇÕES DO ACORDO COLECTIVO DE TRABALHO DA MEO PARA 2026 PROPOSTA DA EMPRESA É INACEITÁVEL

A primeira reunião negocial do ACT da MEO e outras empresas do Grupo ALTICE Portugal iniciou-se no dia 15 de Janeiro.

A Administração da MEO apresentou uma contraproposta de atualização salarial e de subsídio de refeição para 2026 que os Sindicatos consideram claramente insuficiente e que contribui para que continue o empobrecimento dos trabalhadores da empresa.

Desde que a Altice chegou em Junho de 2015, últimos 10 anos, os trabalhadores perderam mais de 15% do seu poder de compra. A inflação acumulada foi de mais de 22% e a generalidade dos salários aumentaram 100 euros em 10 anos.

Proposta de aumentos de 1,8%, mas com efeitos a partir de 1 de Julho.

A empresa propõe um aumento de apenas 1,8% nos salários base, valor que não compensa a perda de poder de compra acumulada nem acompanha o aumento do custo de vida sentido pelos trabalhadores e suas famílias. Este aumento, já de si reduzido, teria ainda efeitos apenas a 1 de Julho de 2026, significando que durante metade do ano os trabalhadores permaneceriam com o salário congelado, o que na prática corresponde a um aumento na remuneração anual de 1,03%.

A proposta inclui ainda uma atualização do subsídio de refeição de apenas 20 cêntimos por dia com efeitos a 1 de Julho, valor que não cobre o aumento real dos preços das refeições e representa um acréscimo de até 4.40€ por mês.

Num contexto em que comer fora está cada vez mais caro, este acréscimo simbólico não garante a função mínima do subsídio de refeição, que é ajudar a suportar o custo de uma refeição digna em cada dia de trabalho.

O que os Sindicatos defendem:

Os Sindicatos defendem e entendem que os trabalhadores da MEO não podem continuar a empobrecer a trabalhar e que os aumentos salariais e dos subsídios têm de ser reais, justos e com efeitos a 1 de janeiro de 2026, respeitando assim todo o ano.

Os Sindicatos reafirmam a necessidade de melhorar substancialmente a proposta da empresa e apela à mobilização de todos os trabalhadores em torno das nossas reivindicações que foram apresentadas à CEO em Novembro de 2025.

Estes Sindicatos não embarcam em fantasias de aumentos em função de EBITDA-CAPEX. Com essa “fórmula milagrosa” que alguns dizem defender os aumentos salarias para 2026 eram negativos, pois essa diferença, nos últimos 4 trimestres, é bem menor que a diferença do período homólogo imediatamente anterior.

A próxima reunião ficou marcada para 27 de Janeiro, às 10h.

Vamos lutar por aumentos justos, que valorizem o trabalho e a dedicação dos trabalhadores que constroem todos os dias a MEO.

Comunicado Conjunto
SINDETELCO SINTTAV – SNTCT- STT – SICOMP – FE – SINQUADROS

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ASSEMBLEIA GERAL DE SÓCIOS 2026

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Proposta de aumentos salariais 2026 – CTT EXPRESSO

O SINDETELCO apresentou à Administração dos CTT, no passado dia 30 de Dezembro 2025, uma proposta de revisão da tabela salarial para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2026.

A proposta inclui um aumento de 8% na remuneração base para todos os trabalhadores, bem como a atualização de diversos subsídios. Propomos ainda a admissão de 100 trabalhadores.

Esta atualização assenta numa fundamentação económica que tem em conta o contexto macroeconómico nacional e europeu, a evolução da inflação, a valorização do salário mínimo e dos salários médios e a necessidade de garantir que os ganhos de produtividade se traduzam em melhoria efetiva dos rendimentos dos trabalhadores dos CTTEXPRESSO.

Proposta de Aumento do Vencimento Base
para Todos os Trabalhadores
8%
Cláusulas de expressão pecuniáriaProposta SINDETELCO
Criação de diuturnidades36€
Subsídio de refeição10,50 €
Subsídio de atendimento0,53 €
Horário descontínuo1,58 €
Subsídio de condução – automóvel/motociclo2,30 €
Subsídio de condução – velocípedes1,32 €
Subsídio de condução – viaturas pesadas3,50€

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Proposta de aumentos salariais 2026 – CTT

O SINDETELCO apresentou à Administração dos CTT, no passado dia 30 de Dezembro 2025, uma proposta de revisão da tabela salarial para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2026.

A proposta inclui um aumento de 8% na remuneração base para todos os trabalhadores, bem como a atualização de diversos subsídios. Propomos ainda a admissão de 100 trabalhadores.

Esta atualização assenta numa fundamentação económica que tem em conta o contexto macroeconómico nacional e europeu, a evolução da inflação, a valorização do salário mínimo e dos salários médios e a necessidade de garantir que os ganhos de produtividade se traduzam em melhoria efetiva dos rendimentos dos trabalhadores dos CTT.

Proposta de Aumento do Vencimento Base
para Todos os Trabalhadores
8%
Cláusulas de expressão pecuniáriaProposta SINDETELCO
Diuturnidades36€
Subsídio de refeição10,50 €
Subsídio de atendimento0,53 €
Horário descontínuo1,58 €
Subsídio de condução – automóvel/motociclo2,30 €
Subsídio de condução – velocípedes1,32 €
Subsídio de condução – viaturas pesadas3,50€

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GREVE GERAL – 11 DEZEMBRO 2025

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ACORDO DE PRINCÍPIO PARA REVISÃO DO CCT DA LIMPEZA COM AUMENTOS SALARIAIS

  • Mantêm-se todos os direitos do CCT da Limpeza.
  • Conquistaram-se novos direitos.
  • E conseguimos aumento de salários a rondar 5.7% para as diversas categorias do setor da limpeza.

VALEU A PENA LUTAR – E NÃO BAIXAR OS BRAÇOS

NO ENTANTO  E EMBORA SE TENHA ALCANÇADO UM ACORDO DE PRINCIPIO

CONTINUAREMOS A LUTAR POR MELHORES SALÁRIOS E POR MELHORES CONDIÇÕES PARA TODOS OS TRABALHADORES DO SETOR

No passado dia 19 de Novembro, na reunião de negociações com a associação das empresas  do Sector da Limpeza Industrial, conseguiu-se chegar a um importante ACORDO DE PRINCÍPIO para a revisão do CCT da Limpeza com efeitos a partir do dia 01 Janeiro 2026.

Importa realçar que este acordo só foi possível devido a uma forte mobilização, e organização, assim como á firme disposição dos trabalhadores do setor da limpeza que se mantêm firmes e UNIDOS no combate á intransigência das empresas de limpeza, inclusive os trabalhadores estavam dispostos, se fosse necessário, a realizar uma GREVE DO SETOR DA LIMPEZA com uma grande mobilização e CONCENTRAÇÃO a nível NACIONAL, facto este que deu a FORÇA ao SINDETELCO e à P.O.S para, à mesa das negociações, conquistar este importante ACORDO DE PRINCÍPIOS!!!

Por isso, reafirmamos, vale a pena lutar pelos direitos dos trabalhadores e por salários mais dignos para todas as categorias do setor da limpeza. Não foi necessário realizar nenhuma luta embora houvesse essa disposição por parte dos trabalhadores.  Embora não tenha sido possível conquistar todas as reivindicações que o SINDETELCO e a P.O.S apresentaram ao longo das várias reuniões de negociações, o que  importa é que se alcançou o objetivo.

Mas ATENÇÃO! Deixamos o ALERTA que não ficaremos de braços cruzados e que continuaremos a lutar por melhores condições de trabalho e por salários mais dignos. E continuamos com esta mesma disposição para combater o PACOTE LABORAL que este Governo pretende implementar. Por esta mesma razão, vamos aderir à GREVE GERAL DO PRÓXIMO DIA 11.DEZEMBRO convocada pela UGT, vamos mostrar a força dos trabalhadores do setor da limpeza

REVISÃO DO CCT DA LIMPEZA A VIGORAR A PARTIR DE 01 JANEIRO 2026

1)         ACTUAL CCT – mantêm-se todos os direitos, e o CCT vigorará durante dois anos, 2026 e 2027.

2)         DIREITOS CONQUISTADOS

2.1       – Subsídio de Alimentação:

•          2026 – 6.10€

•          2027 – 6.30€.

Importa referir que, “Se o valor do subsídio de refeição da Função Publica for superior aos valores agora acordados, aplicar-se-á os valores iguais aos da Função Publica “ para que os trabalhadores não sejam prejudicados.

2.2       – Subsídio de Risco nos Hospitais:

•          2026 – 5.00€

•          2027 – 7.00 €

•          2028 – 10.00 €;

2.3       – Dia de Carnaval – criada uma cláusula própria para este direito, que ficou escrita de forma clara para que não existam duvidas e este direito seja aplicado sem violações por parte de empresas;

2.4       – Doação de Sangue – o(a) trabalhador(a) terá direito a faltar durante o dia da doação e desde que comunicado á entidade patronal com 5 dias de antecedência;

2.5       – Percentagem sobre o Salário Mínimo Nacional (cláusula 55ª) – A actual percentagem de 0.5%. sobre o Salário mínimo Nacional será aplicada da seguinte forma no aumento salarial.

•          2027 – 1,25%

•          2028 – 1.50%;

2.6       Categorias Profissionais – Foram criadas as categorias profissionais de “Trabalhador de Limpeza de Máquinas e Equipamentos Industriais”, integrada no nível 6 da Tabela Salarial, e foi também criada uma nova tabela, a dos TRABALHADORES DE MANUTENÇÃO, com 3 novas categorias: Chefe de Manutenção, Técnico de Manutenção e Auxiliar de Manutenção.

3)         TABELA SALARIAL – Os aumentos salariais em 2026 serão, no mínimo, de 5.7% e a nossa tabela salarial (baseada na percentagem de 0.50% superior ao Salário Mínimo Nacional para 2026) será editada em breve. Os aumentos salariais de 2027 serão editados no final de 2026 (com uma percentagem de 1.25% superior ao Salário Mínimo Nacional para 2027).

APELAMOS À GREVE GERAL DIA 11-12-2025

CONTRA O PACOTE LABORAL QUE O GOVERNO PRETENDE IMPLEMENTAR

O SINDETELCO continuará a defender os direitos dos trabalhadores do setor, a manutenção dos postos de trabalho, assim como aumentos justos que dignifiquem todas as categorias do setor.

 Contactem-nos enviando um e-mail para limpeza@sindetelco.pt ou via telefone para 961 089 282 (Dirigente Sindical do SINDETELCO, Octávio Amaro). Denunciem as ilegalidades no setor e manifestem a vossa vontade e disponibilidade em fazer parte.  Visite também a nossa rede social em www.facebook.com/sindetelco.

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SALÁRIOS EM ATRASO NA REDITUS – Situação e Orientações Legais

A situação dos trabalhadores da Reditus continua crítica, com o pagamento apenas parcial (cerca de 33%) do vencimento de setembro e atraso nos duodécimos de férias, Natal e subsídio de alimentação.

O Sindetelco reuniu-se recentemente com os grupos parlamentares do PSD e PS para transmitir a preocupação dos trabalhadores e exigir esclarecimentos sobre a falta de liquidação desses valores, tema que ainda não foi resolvido.

Reunião com Grupos Parlamentares

O Sindetelco levou às reuniões a insatisfação geral pelo não pagamento do 1/3 do vencimento, duodécimos e subsídio de alimentação. Os grupos parlamentares, PSD e PS, tomaram nota das preocupações e comprometeram-se a acompanhar o caso.

Informação sobre Pagamentos da Segurança Social

O grupo parlamentar do PSD informou que a Segurança Social já pagou à Reditus todos os valores devidos pelo Estado, não existindo assim desculpa para o atraso nos salários. Questionou-se a falta de utilização do Fundo Garantia Salarial em situações deste tipo, mas recebeu-se resposta de que este fundo não pode ser acionado por não se tratar de desemprego ou insolvência formal.

Exigência de Revisão das Regras

O Sindetelco alertou para a necessidade urgente de rever as regras de utilização do Fundo Garantia Salarial, de forma a proteger trabalhadores quando empresas contratadas incumpram com os compromissos sem estarem formalmente insolventes. Foram pedidos esclarecimentos a entidades como a ACT e ao Ministério do Trabalho, com exigência de respostas rápidas e resolução do pagamento do restante vencimento e subsídios em falta.

Compromisso Sindetelco

A reclamação dos créditos devidos pela Reditus deverá ser efetuada de forma legal. Para tal, os interessados devem entrar em contacto com o SINDETELCO, a fim de dar inicio a esse processo.

Mantemos o compromisso de continuar a atuar e de pressionar todas as entidades competentes, com o objetivo de garantir a liquidação dos valores em atraso e a defesa dos direitos dos trabalhadores. Apelamos à mobilização de todos os associados e trabalhadores para que se mantenham atentos e, sempre que necessário, apresentem denúncias formais junto das autoridades competentes.

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REUNIÃO COM A INTELCIA

No passado dia 10 de novembro, o SINDETELCO reuniu com a Intelcia para abordar diversos temas de interesse geral dos trabalhadores, com especial enfoque nos profissionais recentemente integrados em virtude da cessão de posição contratual.

Garantia de Direitos

Os trabalhadores que passaram a integrar a Intelcia mantêm todos os direitos adquiridos até à data da transferência.

Salienta-se que, durante o primeiro ano, continuam abrangidos pelo Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) que lhes é aplicável. Findo este período, passa a vigorar a legislação geral do trabalho, conforme previsto na lei.

Os trabalhadores agora integrados na Intelcia passam igualmente a beneficiar do seguro de saúde disponibilizado pela empresa, mantendo-se as condições atualmente em vigor.

Outros Temas Esclarecidos

Sobre o direito ao dia de aniversário, reiterámos a necessidade de que seja respeitado de forma transversal. Alertamos que, em alguns locais, este direito não tem sido cumprido, pelo que pedimos que comuniquem ao sindicato qualquer irregularidade.

Questionámos a empresa sobre a possibilidade de uniformizar e aumentar o subsídio de refeição. A empresa informou que está a analisar o tema e que haverá novidades assim que possível.

Em relação à contagem de tempo extra (adaptabilidade), apurou-se que no backoffice só é contabilizado após 30 minutos adicionais, enquanto no restante da operação continua a contar a partir dos 15 minutos.

O Sindetelco permanece empenhado em defender os interesses de todos os trabalhadores e está disponível para esclarecimentos ou apoio adicional.

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ALTERAÇÕES NOS PLANOS DE SAÚDE DA MEO TRAZEM DEGRADAÇÃO E PREJUIZO PARA OS BENEFICIÁRIOS ACS

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SINDICATOS DA ALTICE PORTUGAL REUNIRAM EM OUTUBRO

Oito dos nove sindicatos das empresas MEO/Altice reuniram, nas duas primeiras semanas de Outubro, para analizarem alguns dos temas actuais, e que implicam com a vida e direitos dos trabalhadores.

Das situações abordadas foram tiradas conclusões e decididas medidas a seguir na salvaguarda dos direitos dos trabalhadores.

As convergências agora alcançadas, e aqui reproduzidas, têm, nos superiores interesses dos trabalhadores, a sua mais simples razão de ser.

SAÍDAS VOLUNTÁRIAS ?

Cerca de 1000 trabalhadores já saíram (reforma/aposentação, pré-reforma ou Rescisões por Mútuo Acordo), ou vão sair nos próximos meses, a grande maioria até 31 de Dezembro.

Numa reunião com a DPE, em 29 de Setembro, os representantes das empresas foram confrontados pelos sindicatos com relatos de práticas já conhecidas, de pressões, assédio e intimidação que tinham sido feitas, ou estavam a ser utilizadas, para forçar os trabalhadores a aderir às saídas, nestes casos só tidas como “voluntárias”, de que são exemplos os 66 trabalhadores que vão mudar de funções, para menos qualificadas que as actuais, de local de trabalho, e passando a ter horários fixos a cumprir, abandonando a flexibilidade de horários até essa data mantida.

A DPE informou desconhecer qualquer tipo de assédio aos trabalhadores em condições de saírem da empresa, e aderirem ao programa anunciado, e que não o tenham querido fazer.

INÍCIO DO PROCESSO NEGOCIAL PARA 2026

A DPE informou os sindicatos de que o início das negociações salariais para 2026 ocorrerá, ou na última semana de Novembro, ou na primeira de Dezembro.

Os 8 sindicatos aqui signatários já começaram a elaborar uma proposta, e a respectiva fundamentação económica, a ser apresentada nos próximos dias, de que será elaborado comunicado a informar os trabalhadores.

O aumento geral e significativo de todos os salários não pode continuar a ser mais adiado, nem condicionado a falsas justificações de “produtividade” ou “crise e incerteza”, que não são mais que escapatórias para justificar aumentos zero, como aconteceu em 2025.

Não adianta lançar poeira para os olhos dos trabalhadores. O sindicato que aceitou os “ZERO %” de aumentos, tem passado o tempo a falar de EBITA para cá, EBITA para lá, tentando justificar-se com a sua lenga lenga da distribuição de parte da receita da empresa para os trabalhadores. Feitas as contas, aquela lenga lenga representa igualmente “ZERO %”.

FUNDO ESPECIAL DE MELHORIA DA RADIO MARCONI

Todas as organizações representativas dos trabalhadores das empresas MEO/Altice Portugal,  SINTTAV, STPT, SINDETELCO, SNTCT, STT, TENSIQ, SICOMP, SERS e SINQUADROS solicitaram, com caráter de urgência, reuniões  a  todos os grupos parlamentares, para discutir a situação dos cerca de 700 reformados da ex-Marconi, que arriscam perder 15% do valor calculado sobre a pensão inicialmente atribuída, e invariável no futuro, devido ao esgotamento do Fundo Especial de Melhoria (FEM). Este complemento, criado para corrigir injustiças contributivas históricas, está sem disponibilidade financeira, colocando em causa a estabilidade dos pensionistas.

A Sra. Secretária de Estado da Segurança Social informou que foi criado um Grupo de Trabalho, que tem até aos primeiros dias de Dezembro 2025 para remeter um relatório sobre o que deve suceder com o FEM, sendo certo que defende uma solução que não comprometa a sustentabilidade da Segurança Social, ou seja, não aceitará entrada de um fundo sem sustentabilidade, na Segurança Social, não reconhece a dívida pela não entrega de 1,55% desde Janeiro de 2011 ao FEM, e não pretende colocar dinheiro público no FEM.

ACT 2025 SITUAÇÃO DA MEDIAÇÃO

Os sindicatos, receberam, da parte da Sra. Mediadora, uma Proposta para um possível acordo com as empresas MEO, que analisaram e de que retiraram as conclusões que se passam a enunciar, e de que foi dado conhecimento à DGERT:

1. Os sindicatos valorizam o esforço de quem conduz a mediação, demonstrado através do conteúdo do documento enviado, com um importante conjunto de dados, que suportaram a inclusão de uma proposta de aumentos salariais;

2. Porém, quanto à proposta, no que aos aumentos de 2,4%, referimos que a mesma só poderia ter a aceitação dos Sindicatos se o aumento anunciado, no salário base, fosse aplicado a todos os trabalhadores, com efeitos a 1 de janeiro de 2025.

A Sra. Mediadora respondeu, no dia 16 de Outubro, que:

“tendo sido a proposta de mediação aceite por uma das partes e recusada pela outra, venho dar conhecimento a V/ Exas que o processo fica encerrado sem acordo”.

PROPOSTA PILOTO DA ESTRUTURA DE CARREIRAS

A DPE chamou os Sindicatos para uma reunião, em 15 de outubro, para prestação de informações sobre o Modelo de Carreiras e outros temas de Recursos Humanos.

Sobre estes últimos nada foi informado.

Em relação ao modelo de carreiras a empresa começou por informar que necessita de mais tempo para adequar o modelo de carreiras às novas funções e tecnologias (IA), ficando o mesmo suspenso.

As carreiras que estavam em discussão no novo modelo já não têm enquadramento nas novas funções, bem como têm de ser definidas adaptando-as à reestruturação em curso na empresa.

A DPE informou que fez um levantamento sobre as novas funções, de que no concreto não foram os Sindicatos informados, nem conhecimento foi dado se houve trabalhadores contactados. A DPE conclui que é um processo complicado, e que vai ser moroso fazer uma nova estrutura de carreiras.      

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Plenários de Trabalhadores STEF Portugal

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DE TRABALHO E PERSPETIVAS PARA 2026

Durante o mês de outubro, o SINDETELCO realizará plenários de trabalhadores em todas as plataformas da STEF Portugal. As convocatórias com os respetivos dias e horários serão divulgadas nos locais habituais e afixadas nos quadros sindicais.

Um dos principais pontos em debate será a análise das propostas apresentadas pelo governo PSD/CDS de alteração ao Código do Trabalho. Estas propostas representam, no nosso entender, um grave ataque aos direitos, às condições de trabalho e à qualidade de vida dos trabalhadores portugueses.

Consideramos, por isso, fundamental promover este debate de forma aberta e participativa, garantindo que todos os trabalhadores compreendam as consequências destas medidas e possam expressar as suas opiniões e preocupações.

Nos plenários será também feita uma avaliação do trabalho sindical desenvolvido em 2025 e abordados os aumentos salariais a reivindicar para 2026.

Incluiremos ainda um ponto de “diversos”, permitindo que todos os participantes apresentem questões, sugestões e contributos.

A participação de todos é essencial. Só com a presença e envolvimento dos trabalhadores poderemos construir uma posição forte, unida e consciente na defesa dos nossos direitos.

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